Tragédia: ciclone causa morte no sul do Brasil e deixa centenas de pessoas sem casas


Durante esta terça-feira (7), um novo ciclone que chegou no sul do território brasileiros causou estragos na região, chegando até mesmo a tirar a vida de uma pessoa. O homem em questão morreu no estado do Rio grande do Sul, após sua residência ser atingida por um deslizamento de terra provocado pelo fenômeno.

A tragédia ocorreu em Caxias do Sul, localizado na Serra Gaúcha. Agora, outras famílias se encontram em situação de risco e, por conta disso, a Defesa Civil continua realizando seus trabalhos para impedir que novas vidas possam ser perdidas.

Devido a forte chuva ocasionada pelo ciclone extratropical, diversas regiões vem enfrentando alagamentos e deslizamentos de terra. Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, em apenas dois dias, choveu mais do que a média histórica para o mês de julho. De acordo com as informações concedidas pelo Centro Integrado de Comando da prefeitura, a preocupação dos entes públicos agora, é a possibilidade de mais chuvas chegarem na região.

As autoridades locais não revelaram a idade e o nome da vítima do ciclone, que morreu soterrado em sua residência, localizada no bairro denominado Mariani.

Felizmente, o filho e a mulher da vítima conseguiram escapar a tempo e não se feriram com o acontecimento. Agora, a família enfrenta o luto, além de ter perdido todos os seus bens com a tragédia.

Até o momento desta publicação, há o total de 340 pessoas desabrigadas. De acordo com a Defesa Civil, centenas destas pessoas foram levadas para abrigos municipais e, outras, optaram por ficar na casa de familiares.

Ainda não há previsões precisas de quando eles poderão retornar para suas respectivas residências, sendo necessário esperar que a água abaixe para ver se não há risco de desabamento dos imóveis.

As regiões mais afetadas são aquelas cortadas por rios, como exemplo do Vale do Taquari. Na cidade de Lajeado, 160 pessoas estão desabrigas e, infelizmente, este número poderá aumentar durante as próximas horas. Em Porto Alegre, o governo também encontra problemas devido ao grande número de pessoas desabrigadas.

Fonte: i7News