Terremoto de 7.5 atinge o México e EUA emite alerta de Tsunami – Vídeos mostram desespero e destruição


Na tarde desta terça-feira (23), um terremoto de 7.5 de magnitude na escala Richter que vai até 9, causou muito desespero, destruição e os Estados Unidos da América emitiram um alerta de Tsunami que pode atingir vários países da América Central.

A fita de segurança isola área atingida por pedaços de alvenaria que se desprenderam de edifício durante o terremoto em Oaxaca, México, nesta terça-feira (23) — Foto: Luis Alberto Cruz Hernandez/AP

De acordo com o portal de notícias online do jornal ‘O Globo’, o epicentro do terremoto aconteceu na região litorânea do estado Oaxaca, e foi sentido na cidade do México, capital daquele país que está a centenas de quilômetros de distância do balneário.

Médicos e pacientes precisam sair de hospital por causa de terremoto no México, em 23 de junho de 2020 — Foto: Carlos Jasso/Reuters

Desesperadas milhares de pessoas saíram para as ruas da cidade do México, o governador de Oaxaca afirmou que até o momento uma morte foi confirmada.

O epicentro foi registrado a 26,3 km de profundidade e a 12 km a sudoeste de Santa María Zapotitlán.

O impacto do tremor foi sentido na Cidade do México, onde as pessoas foram para as ruas Foto: ALFREDO ESTRELLA / AFP

Logo após o tremor de terra, o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico dos Estados Unidos, alertou para a possibilidade de grandes ondas atingirem a costa sul do México, Equador, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Havaí e Peru.

Relatos e vídeo compartilhados nas redes sociais mostram que na costa de Oaxaca, o mar começou a recuar após o terremoto. O governo pede para que a população busque abrigo em locais mais altos.

COVID-19

O novo coronavírus – Covid-19 – não escolhe suas vítimas, todos estão sujeitos e suscetíveis ao contágio, por isso siga as orientações da OMS – Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde e proteja-se. FIQUE EM CASA!!!

Cuide-se para não se tornar mais uma vítima da Covid-19.

Fonte: G1 / O Globo