Fernando Collor defende prorrogação do auxílio emergencial e cita valor desejado: “obrigação de continuar”


Muitos se lembram de Fernando Collor, ex-presidente da república e atual senador pelo estado de Alagoas, pelo grande escândalo que ele se envolveu durante seu mandato na presidência, que foi entre 1990 e 1992, quando renunciou o cargo. Durante este tempo, o que mais marcou a trajetória de Collor, foi o confisco do dinheiro da poupança de milhões de brasileiros.

Na ocasião, o ex-presidente anunciou a medida, dias depois da posse, juntamente com outras 26 medidas que teriam o objetivo de controlar a alta inflação da época. Mesmo renunciando, Collor teve seus direitos políticos cassados.

Assim como muitos políticos, Collor também se manifestou nas redes sociais acerca do auxílio emergencial. O senador disse que, o benefício tem sido fundamental para muitas famílias e que é imprescindível que seja estendido até o final da pandemia.

“O auxílio emergencial de R$ 600,00 vem sendo fundamental para milhões de brasileiros nesta crise. É imprescindível estender o benefício até o final da calamidade, com o mesmo valor. O Estado tem a obrigação de continuar a prover as necessidades mínimas da população vulnerável”, escreveu Twitter.

A postagem do ex-presidente, aparece em meio a grande discussão acerca da extensão do auxílio emergencial que começou a ser pago em abril. Muito se tem especulado sobre as futuras parcelas e seus respectivos valores, contudo, segundo o atual Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro e o Ministro da Economia, Paulo Guedes, pelo menos duas parcelas extras serão pagas, porém, ainda não se estipulou o valor.

 

A discussão gira em torno do valor, uma vez que Bolsonaro e sua equipe econômica querem um valor menor do que os R$ 600 atuais. No entanto, alguns deputados, incluindo o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, querem a manutenção do valor do pagamento atual.