Dória faz críticas ao PSDB, após assumir o governo, em São Paulo

João Dória em Campanha (Foto: Reprodução)

João Dória, 61 anos, governador eleito pelo estado de São Paulo, assumiu o governo do estado, hoje, 01 de janeiro de 2019. Em cerimônia na Assembleia Legislativa, Dória não poupou críticas aos 23 anos de governo do PSDB, em São Paulo.

Dória enfatiza que o estado precisa parar de pensar pequeno e, que a partir de agora, “São Paulo vai mudar, agora tem comando”. Dória ainda perde a reestruturação do partido, que está nas mãos de Geraldo Alckminn, ex-governador que inclusive, foi ignorado por João.

Na assembleia, o governador e seu vice Rodrigo Garcia, foram recebidos pelo tucano presidente da casa, Cauê Macris, e logo seguiram para o Palácio dos Bandeirantes, para outra cerimônia.

Mais tarde, viajarão para Brasília, a fim de acompanhar a cerimônia do então eleito presidente, Jair Messias Bolsonaro. João Dória, foi o principal governador brasileiro, a apoiar o presidente Bolsonaro.

Entre as heranças negativas do tucanato, Doria terá de reverter uma série de erros na área da mobilidade. Os monotrilhos das linhas 15-Prata e 17-Ouro do metrô, vendidos como alternativas rápidas e baratas, por exemplo, estão atrasados e encareceram.

Tirar do papel parcerias e desestatizações prometidas na campanha estão entre os principais desafios de Doria. Na Prefeitura de São Paulo, seu grande programa de desestatização, que prometia passar à iniciativa privada equipamentos públicos como o Anhembi, o estádio do Pacaembu e o parque Ibirapuera, não gerou nenhuma realização concreta até o momento.

No estado, o governador eleito anunciou a cifra de R$ 23 bilhões em desestatizações. A estrela do pacote é o sistema prisional, responsável por um orçamento de R$ 4,5 bilhões ao ano. SP tem 227 mil presos em 170 unidades, em ambiente dominado pela facção PCC.

Com informações da Folhapress.

 

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