Coronavírus começa perder força! Declaração de médicos de UTI e órgão da saúde indica que vamos vencer o vírus


A pandemia do novo coronavírus tem deixado muitas pessoas em pânico no mundo todo desde o final do ano passado, o vírus que é altamente letal, é também igualmente contagioso.

O coronavírus pegou todos de surpresa e tem deixado um rastro de destruição por onde passa, sem medicação, sem vacina, e sem saber ao certo como surgiu, o coronavírus desafiou a ciência e estudiosos da saúde.

Agora, aos poucos vão começando a surgir boas notícias que gera esperança em todos nós, como por exemplo, a declaração do diretor da UTI do Hospital San Raffaele, de Milão, na Itália.

O médico abriu uma discussão falando e apontando dados que comprovam o enfraquecimento do novo coronavírus.

No domingo, dia 31 de maio, o diretor da UTI, do hospital acima citado, Dr. Alberto Zangrillo, afirmou:

Cerca de um mês atrás, ouvíamos epidemiologistas com medo de uma nova onda no fim de maio e início de junho, e quiçá quantos leitos de terapia intensiva poderiam ser ocupados. Na realidade, o vírus, do ponto de vista clínico, não existe mais.”

Seguindo a mesma linha, o Dr. Matteo Bassetti, diretor da clínica de doenças infecciosas do Hospital San Martino, de Gênova, disse que:

A potência que o vírus tinha dois meses atrás, não é a mesma que ele tem hoje. É evidente que a doença Covid-19 é diferente hoje. Sua apresentação clínica é, de fato, muito mais leve.”

Segundo Bassetti, os pacientes recebidos no San Martino nas últimas quatro ou cinco semanas não são mais casos tão graves como os de março e abril. O site do G1 afirma que as mortes na Itália realmente começam a desacelerar.

As declarações acima causaram polêmicas na Itália, assim, o diretor do Conselho Nacional de Saúde, Franco Locatelli, declarou-se “desconcertado” com as palavras de Zangrillo, e disparou:

Basta observar o número de novos casos positivos confirmados a cada dia para constatar a circulação persistente do novo coronavírus na Itália”,

Todos contra a Covid-19

Fonte: –TERRA / Olhar Digital / UOL/ ISTOÉ / G1