Com 244 milhões de seguidores Neymar é cobrado por silêncio diante de racismo


No dia 25 de maio, um segurança negro, de 46 anos, que estava desempregado por conta da pandemia, foi acusado de usar uma nota falsa de 20 dólares, para pagar um maço de cigarros, numa loja de conveniência, em Minneapolis, Estados Unidos.

O estabelecimento chamou a polícia, que agiu covardemente com George Floyd, até a sua morte. De acordo com os policiais, a vítima resistiu à prisão, e precisou da força para ser algemado.

Ainda segundo os policiais, George Floyd, alegou ter claustrofobia e por isso não queria entrar no camburão.

Não consigo respirar.”

O policial, Derek Chauvin, de 44 anos e 19 na corporação, fez questão de colocar o seu joelho direito e todo seu peso sobre o pescoço do rapaz para imobilizá-lo.

Derek Chauvin acabou jogado ao chão, aos pés da viatura e assim ficou por 8 minutos e 46 segundos, que resultou no ex-segurança asfixiado.

Após grande revolta, diversas celebridades se pronunciaram contra o racismo, como o campeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton, que postou fotos de negros vítimas de policiais brancos, em seu Instagram.

Mas, e Neymar?

O maior ídolo do futebol brasileiro, é filho de negro, mas preferiu se calar diante de algo que realmente merecia a sua voz, seguida por 244 milhões de pessoas.  

São 138 milhões no Instagram, 59 milhões do Facebook e 47 milhões no Twitter.

Neymar cobra cerca de R$ 3,8 milhões, pela publicação de um post patrocinado.

Hoje, em seu Instagram o que você vai encontrar por lá, é o post com uma foto dele com um terno cor de rosa, com a profunda legenda: “Pink“.

Todos contra o racismo!

Todos contra o coronavírus!