Censura? Bolsonaro se pronuncia e mostra descontentamento após Facebook suspender perfis ligados a familiares


O atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, mostrou grande descontentamento ao saber que o Facebook havia realizado uma suspensão em perfis e páginas ligadas aos seus familiares e aos deputados do partido PSL. Em dado momento, Bolsonaro ressaltou que a atitude realizada pela rede social atinge todo o Brasil, além de prejudicar aqueles que estão ao seu lado.
Em seu desabafo, Bolsonaro afirmou que a responsabilidade sobrou para aqueles que estão ao seu lado e são simpáticas a sua pessoa. Continuando, o político teceu críticas a esquerda, dizendo que os mesmos se posicionam como moralistas e propagadores da verdade, mantendo as páginas mais variadas possíveis da oposição. O presidente ainda lembrou o fato que a página de Adélio Bispo não foi penalizada.

Mostrando toda sua indignação através de uma live, ele procurou, também, deixar claro que não está pedindo que as páginas de outras pessoas sejam derrubadas.

Não parando por aí, Bolsonaro também comentou sobre uma possível ‘perseguição’ que estão realizando contra sua gestão, dizendo que estão em uma tentativa de derrubar sua chapa com o general Hamilton Mourão.
O político contou ás pessoas presentes em sua live que está de olho nas notícias passadas na televisão, dizendo que a nova ‘onda’ é informar que os perfis ligados com seu governo estão promovendo o ódio nas redes sociais. Logo em seguida, o presidente decidiu negar que tais informações sejam verídicas, lançando o desafio da mídia encontrar um texto realizado por ele de ódio.

As polêmicas não pararam por aí. Bolsonaro, em dado momento, negou que mentiu durante sua campanha presidencial realizada no ano de 2018, ressaltando que não tinha nenhuma razão para realizar tal feito e afirmando ser o Partido dos Trabalhadores (PT), quem promove Fake News.

Carlos Bolsonaro avalia morar nos EUA ou em Brasília, diz jornal

Recentemente, ofensivas estão sendo realizadas contra o denominado “gabinete do ódio”, ocasionando com que o filho do presidente Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (PRB) aventasse a hipótese de se mudar para os Estados Unidos ou então para Brasília. Tais informações foram concedidas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Durante esta quinta-feira (9), o vereador usou sua conta oficial no Twitter para informar aos seus apoiadores que estava em “um novo movimento pessoal”, não dando mais detalhes sobre a informação.

A publicação, coincidentemente, foi feita após a rede social Facebook realizar a remoção de 73 contas que estão ligadas com o presidente Bolsonaro. Nas investigações em questão, foi indicado que Tercio Arnaus Tomaz, assessor especial da Presidência, é um dos responsáveis pelos perfis. Técio é uma pessoa de confiança do vereador, que chegou até mesmo a ser assessor do político na Câmara dos vereadores do Rio de Janeiro.

A operação que atingiu Técio acabou mudando as estratégias que Carlos obtinha. Segundo as informações, o político, agora, afirma aos seus auxiliares que não irão concorrer á reeleição do Rio de Janeiro, estudando até mesmo a possibilidade de residir no Texas, local aonde possui amigos. Carlos, entretanto, também não descarta a ideia de morar em Brasília, ficando mais perto de seu pai.

Durante as últimas semanas, Bolsonaro mostrou uma tentativa de distanciamento do núcleo mais radical de seu governo, liderado pelo seu próprio filho, tentando uma “pacificação” com o Supremo Tribunal Federal (STF), corte que se encontra como um dos principais alvos da parte mais extremista do governo.

Bolsonaro sanciona lei que suspende pagamento de parcelas do Fies

Jair Bolsonaro decidiu sancionar a lei que suspende o pagamento de parcelas do Fies até 31 de dezembro, devido ao estado de calamidade público ocasionado pela pandemia do novo coronavírus.

Na norma em questão, é estabelecido o direito de suspender os pagamentos aos estudantes que estavam que prestações do financiamento até 20 de março de 2020, data em que o Congresso Nacional reconheceu o estado de calamidade. Poderá, também, ser suspendido os pagamentos daqueles com parcelas atrasados por no máximo 180 dias, devidas até 20 de março.

Deverá ser pago de forma diluída nas parcelas restantes o saldo das obrigações suspensas, e não haverá a cobrança de multas ou juros. Em todas as hipóteses em relação a suspensão de pagamentos, não poderá o estudante ser inscritos em cadastros de inadimplentes, também não sendo considerado descumpridor de qualquer obrigação junto ao Fies.

Fonte: i7News; Yahoo; AgênciaBrasil