Bolsonaro deve prorrogar auxílio emergencial por mais 4 meses, mas com novo valor; saiba quanto


Segundo informações, o governo deverá prorrogar o auxílio emergencial até o final do ano, com mais quatro parcelas de R$ 300, valor que foi definido pelo presidente da República Jair Messias Bolsonaro, segundo informações do site ‘Estadão’ com fontes das alas política e econômica do governo.

O benefício foi criado para ajudar na economia do país e também ajudar pessoas que perderam suas rendas em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavirus, doença que já tirou a vida de mais de 837 mil pessoas pelo mundo.

Já o anúncio do programa Renda Brasil, novo benefício que chegará para substituir o Bolsa Família, ficará para mais à frente, para que o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, tenha um pouco mais de tempo para encontrar espaço para acomodar o novo gasto dentro do teto, que limita o avanço das despesas à inflação.

Jair Bolsonaro, quer um plano que não inclua a revisão ou a extinção de outros benefícios, como o abono salarial, uma espécie de 14º salário pago a trabalhadores com carteira com salário até R$ 2.090 e que custa cerca de R$ 20 bilhões ao ano ao governo. O abono é considerado ineficiente pela equipe econômica. Mas, a proposta foi rejeitada pelo presidente em reunião na terça-feira, 25 de agosto. No dia seguinte, em viagem a Minas Gerais, Bolsonaro fez um anúncio onde avisou que não vai “tirar de pobres para dar a paupérrimos”.

Na primeira referência pública de Guedes às críticas do presidente, o ministro – que chegou a ser alvo de rumores de que pediria demissão – disse que tomou um “carrinho” de Bolsonaro nesta semana. “Ainda bem que foi fora da área, senão era pênalti”, brincou Guedes em uma live organizada pelo setor do aço. Ontem, o ministro e Bolsonaro se encontraram fora da agenda oficial dos dois.

Fonte: Correio 24 horas